Educação Ambiental e Escolas Sustentáveis
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Brasileiros preocupam-se mais com questões sociais, do que com meio ambiente
São Paulo – As questões sociais preocupam bem mais o brasileiro do que as questões ambientais, aponta pesquisa do Programa Água Brasil, apresentada hoje (28) durante a Reviravolta Expocatadores 2012, na capital paulista. Temas como aquecimento global, acúmulo e descarte inapropriado de resíduos e contaminação de rio e mananciais são apontados como principais problemas por apenas 7% dos entrevistados. O estudo sobre o nível de consciência da população sobre práticas sustentáveis foi encomendado ao Ibope.
Quando questionados sobre os três principais problemas que afetam o país atualmente, os temas mais recorrentes aos entrevistados foram saúde (70%), desemprego (53%), fome (50%), corrupção (42%) e educação pública (39%). Temas relacionados ao meio ambiente ficaram em penúltimo lugar, perdendo apenas para o item economia global, que foi citado por 2% dos entrevistados. Participaram do estudo 2.002 pessoas em todas as capitais e mais 73 municípios, em novembro do ano passado.
Para o coordenador de Programa Educação para Cidades Sustentáveis da organização WWF Brasil, Fábio Cidrin Gama, os resultados indicam que será necessária uma grande sensibilização para mudar a atitude do brasileiro em relação ao tema, especialmente no momento em que o país se organiza para implementar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). “A pesquisa mostra que há esperança, mas para essa mudança. A gente vai ter que sensibilizar muito toda a sociedade para que as pessoas assumam [a destinação correta do lixo] como um hábito e um dever de cidadão”, destacou.
Gama aponta que um dos aspectos mais positivos da pesquisa é a disposição do brasileiro em participar da coleta seletiva. Por outro lado, ele lamenta que ainda haja muito desconhecimento sobre a destinação correta do lixo e sobre o papel que cada um deveria cumprir nesse processo. “Em relação ao símbolo da reciclagem, os brasileiros acham simplesmente que tendo aquele símbolo o material vai ser reciclado”, declarou. O coordenador destaca que para haver o reaproveitamento do resíduo ainda são necessárias muitas etapas, como a própria separação a ser feita pelo consumidor.
A pesquisa mostra também que o brasileiro está disposto a assumir outras atitudes sustentáveis, além da coleta seletiva. Cerca de 34% dos entrevistados declararam que abririam mão de determinados produtos mesmo que interferisse na sua comodidade. Percentual semelhante (33%) passaria a exigir aos fabricantes soluções com intuito de que o produto tivesse menor impacto no meio ambiente. Ainda é baixo, no entanto, a quantidade de pessoas (23%) que não comprariam materiais que não fossem recicláveis ou reutilizáveis.
Para Severino Lima Júnior, membro do Movimento Nacional de Catadores de Rua (MNCR), a pesquisa destaca o papel do catador de rua na cadeia de reciclagem no Brasil, já que 26% dos entrevistados apontam que eles são os responsáveis pela coleta seletiva. Para metade (50%), ela é feita pelas prefeituras e 12% apontam as cooperativas. “Isso mostra que o modelo adotado no país tem potencial para ser mais exitoso do que outros formatos faraônicos, defendidos por alguns, como a participação de grandes empresas de reciclagem”, defende.
Fonte: Agência Brasil
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Escola prepara aluno para a vida com sustentabilidade
Ohm… Ohm… Ohm… É repetindo o mantra na aula de ioga que crianças, com idades entre 5 e 11 anos, começam seu dia de estudo na AGC (Academy for Global Citizenship). As mãozinhas, eventualmente, ficam sujas de terra das atividades feitas na horta ou com as três galinhas poedeiras que essa escola charter, pública de administração privada, tem. Na instituição, que fica em Chicago (EUA), a preocupação com a sustentabilidade é tão central que o currículo tradicional é trabalhado sempre a partir de questões ambientais, painéis solares proveem parte da energia usada na escola, o lixo produzido é reciclado e as refeições são orgânicas. O objetivo de tudo isso é formar pessoas capazes de responder aos desafios que o mundo de hoje coloca.
“A AGC tem o propósito de capacitar os alunos para se tornarem cidadãos ativos, aplicar seus conhecimentos e habilidades para fazer impacto significativo no mundo”, afirmou a fundadora Sarah Ippel ao Porvir. No DNA da escola está a crença de que aprender a partir de processos naturais é a maneira mais eficiente de empoderar os alunos e fazê-los compreender a conexão entre as suas escolhas cotidianas e o bem-estar global e local. “A atual geração vai enfrentar desafios significativos relacionados ao meio ambiente. Ela precisará ter as habilidades necessárias para lidar com isso”, diz Sarah. Lançada em 2008, a escola ainda está em fase de implantação. Hoje ela tem 300 alunos da educação infantil ao quinto ano do ensino fundamental e a previsão é chegar a 750 matrículas do ensino infantil ao médio até 2015.
Fonte: Porvir
Matéria disponível na íntegra no site: http://porvir.org/porfazer/escola-prepara-aluno-para-vida-sustentabilidade/20121126
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Glossário Ambiental
Ao ler um artigo ou reportagem surgiu dúvidas sobre o significado de alguma palavra?
Quando isso acontecer acesse o glossário ambiental: http://ambientes.ambientebrasil.com.br/educacao/glossario_ambiental.html
Esse glossário está ordenado por letras específicas, assim basta ir até a letra inicial da palavra que deseja consultar.
domingo, 25 de novembro de 2012
Artigos para leitura
A educação ambiental e a prática sustentável nas escolas, são temas que cada vez mais vem sendo abordados devido a grande preocupação diária que se tem no desenvolvimento dessas práticas. Nesse sentido, com objetivo de disseminar informações a este respeito, estou disponibilizando links da Revista Educação Ambiental em Ação, que contém artigos sobre esses temas.
PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NAS ESCOLAS - CONTEXTUALIZAÇÃO, VERTENTES, DIFICULDADES E ALTERNATIVAS
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EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA
Boa Leitura!
A sustentabilidade também depende de você
A construção de um desenvolvimento, que possa ser adjetivado de sustentável, envolve não só decisões e ações de governos nacionais e organismos internacionais, como também a adoção de atitudes e procedimentos nos mais diferentes níveis das sociedades, inclusive na escala local”, afirma Ricardo Siloto, pesquisador da UFSCar.
Leia a reportagem na íntegra disponível no site: http://envolverde.com.br/ambiente/a-sustentabilidade-tambem-depende-de-voce-2/
sábado, 24 de novembro de 2012
Instituto Alana e Ministério do Meio Ambiente lançam cartilha sobre relação entre consumismo infantil e sustentabilidade com dicas e sugestões para pais e educadores.
Que tal aproveitar as dicas da cartilha e começar a ensinar seus filhos, familiares e amigos na alternativa ao consumo sem reflexão?
Que tal aproveitar as dicas da cartilha e começar a ensinar seus filhos, familiares e amigos na alternativa ao consumo sem reflexão?
Cartilha disponível em: http://biblioteca.alana.org.br/banco_arquivos/Arquivos/downloads/ebooks/caderno.pdf
Matéria disponível na íntegra em: http://defesa.alana.org.br/post/34757260934/consumismo-infantil-na-contramao-da-sustentabilidade
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